Assistência 24h
Imagem: Damian Klaczkiewicz
Era o seu dia de folga.
Bruna iria aproveitar a tarde livre para visitar uma amiga e comprar algumas
coisas no mercado. Como de costume, destrancou o carro, colocou a chave na ignição,
o cinto e abriu as janelas. Quando girou a chave, o painel do carro apagou
completamente e o veículo não ligou. Desvirou a chave e virou de novo, porém
desta vez o painel sequer acendeu. Bruna ficou sem saber o que fazer, pois isto
nunca havia acontecido antes. Nem mesmo o botão da chave funcionava para que
pudesse fechar o carro. Trancou-o na fechadura enquanto pegava seu celular para
ligar para o seguro. Explicou a situação e a atendente a informou que mandaria
um mecânico no mesmo dia para que resolvesse seu problema.
Depois
de ter ido e voltado do mercado a pé, Bruna tomou seu banho e vestiu uma roupa
bem curta e confortável, pois já eram 21:00 e acreditava que o mecânico não
aparecia mais. Quinze minutos depois, seu interfone toca.
- Pronto?
- Senhora Bruna?
- Pois não?
- Aqui é o mecânico que a
senhora solicitou.
- Ok, só um minuto que já
desço.
Quando Bruna desceu e abriu o portão, tomou um baita
susto. Deparou-se com um homem forte, com seus músculos quase rasgando a camisa
de seu uniforme e as coxas definidas sobressaindo em seus shorts.
- B-boa noite.
- Senhora Bruna, certo?
- Certo. Como é mesmo seu nome?
- Me chamo Arthur. Pode me
relatar o que houve com o carro da senhora?
Bruna então contou tudo que havia acontecido com seu
veículo naquela tarde.
- Ok, isto é fácil de
resolver. A senhora pode abrir o capô, por favor?
Bruna obedeceu. Enquanto Arthur averiguava o carro e
procurava a ferramenta necessária em sua bolsa, ela ficou o observando. Suas mãos
e camisa estavam sujas de graxa, o que significava que ele já havia feito
muitos serviços durante o dia. Repentinamente, Bruna ficou com um desejo
absurdo de saber como seria ir para a cama com um mecânico desconhecido e
resolveu puxar assunto.
- Você trabalha com isso há
muito tempo? Parece entender bem do que está fazendo...
- Já tem um certo tempo. E tem
alguns problemas no carro que são mais fáceis de identificar e resolver. Tá
vendo aqui? Tem um fio solto na bateria. Basta colocar de volta e apertar pra
que não saia mais.
- Hmmm... parece simples. Eu
não entendo nada de carro. Sou solteira e não tenho quem me ajude, então tive
que apelar pro seguro.
- A senhora bonita desse jeito,
solteira? Achei que tivesse uma fila de homens atrás da senhora...
Nesta hora, Bruna sentiu sua vagina piscando. Ele havia
mordido a isca.
- Pronto, o serviço está concluído.
A senhora pode ligar o carro pra testar, por favor?
Bruna virou a chave na ignição e o carro ligou
normalmente. O problema estava resolvido.
- Nossa, você é incrível. Obrigada!
Hoje fez um dia quente, né? Aceita subir e tomar uma água gelada?
Arthur olhou Bruna de cima a baixo. Bruna sentiu sua face
enrubescer.
- Aceito sim, claro.
Bruna abriu o portão e foi andando na frente. Sentia os olhos
de Arthur tateando seu corpo. Neste momento, se deu conta que sua calcinha
estava extremamente úmida.
Depois que entraram, Bruna ofereceu um copo de água bem
gelada para Arthur, e ficou o observando beber. Nesta hora, percebeu um volume
bem chamativo em seu short, e simplesmente não conseguia tirar seus olhos dali.
Quando Arthur notou, pediu mil desculpas.
- Não precisa se desculpar. Eu
resolvo isso...
Bruna puxou o mecânico pela camisa, colocou seu pênis para
fora, que aquela hora já estava duro feito rocha, e começou a chupá-lo. Ela se
deliciava com aquele órgão em sua boca sem o menor pudor. Estava simplesmente
louca por aquele momento. Depois de chupá-lo bastante, o levou para o quarto, e
tirou todas as suas roupas. Continuou chupando-o, até que ele a deitou na cama
e retribuiu. Bruna se contorcia de tesão, até que não aguentou e falou:
- Vem meter, vem...
Arthur obedeceu imediatamente. Pincelou seu mastro na
vulva encharcada de Bruna e começou a penetrá-la. Bruna estava com tanto tesão
que rapidamente explodiu em um forte orgasmo. Arthur começou a penetrá-la com
mais vigor, segurando-a forte pela cintura. Ver aquele homem a pegando com as
mãos sujas de graxa deixou Bruna com mais tesão, e ela explodiu em outro
orgasmo. Arthur a virou de quatro e continuou metendo com toda a força. Foi quando
Bruna sentiu a cabeça de seu pênis encostando em seu ânus.
- Posso?
- Deve.
Arthur adentrou seu ânus e começou a penetrá-la cada vez mais
forte.
- Adoro comer cu de madame,
sabia? Dessas que só dão pra playboyzinho que não sabe o que é comer um cu com
vontade.
- Continua... vai... eu vou...
aaaahhhh...
Bruna teve outro orgasmo. Nunca havia gozado com sexo
anal antes.
Depois de mais um intenso orgasmo, Bruna pediu para que
ele ejaculasse em sua boca. Chupou aquele membro com vontade enquanto Arthur a
segurava pela nuca. O cheiro de graxa deixava Bruna inebriada. Foi quando sentiu
um líquido quente jorrando em sua boca. Engoliu até a última gota do gozo de
Arthur.
Depois de recompostos, Bruna ofereceu outro copo d’água e
uma toalha para que ele pudesse se banhar. Ao sair do banheiro, Arthur pegou
sua bolsa de ferramentas e entregou a toalha e um cartão à Bruna.
- Sempre que precisar, pode me
chamar.
- Obrigada, gostoso. Agora que
vi que você não é bom só com carros, vou te chamar muitas vezes!

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